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Nome: Édipo dos Santos Bela
Profissão: Consultor de Relacionamento nível 3
Idade: 19 anos
São Paulo...
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Gosta de: Cinema,
Renée Zellweger, Dakota
Fanning, Jude Law, Johnny Depp rocks, Rachel Weisz, Internet, Filmes,
The Sims 2, meu trabalho, E musica POP! ... Meus Amigos (Não vou citá-los, eles sabem quem são), minha família, ...
Não gosto: Mentira, "amigos", Hipocrisia...
Plugs: Ramon,
Josiane...
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Sábado, Setembro 01, 2007 |
[22:49]
Só quem deve, é que teme
Meu, fazer besteira é o pior. Até que eu tenha certeza que a besteira está morta e enterrada, eu fico muito preocupado... Além do normal, e começo a dar bandeira que eu fiz besteira.
Enfim, só aguardar e ver no que dá... Daqui à dez dias, eu vou ter certeza se ela morreu de vez, ou se... enfim.
Muito bom estudar antes da aula, eu aprendi a matéria antes do pessoal, e isso é tão... NOVO! Quando você olha para o povo ao seu redor, e pensa assim: Puxa, ninguém tem nada haver comigo... e depois você vai conhecendo as pessoas com mais calma... e percebe que elas acharam o mesmo de você e só estão esperando uma chance para se aproximar (assim com você).
Novo e estranho. fazia tempo que eu não me sentia assim.
Ouvindo agora: Casey - Darren hayes
por ÉDIPO DOS SANTOS * 22:49 *
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Sexta-feira, Agosto 17, 2007 |
[23:32]
Um dia na liberdade.
Quando o dia começa, você sabe desde o início na maioria das vezes se ele vai ser bom, ou ruim. Em um que, às 7:30 da manhã você rola na cama, de um lado para o outro, até tomar coragem às 8:15 e na hora do banho começa a rir escandalosamente, não poderia ser um dia ruim jamais.
Marquei com alguns amigos, alguns novos amigos, de ir até um bairro típico japonês aqui em São Paulo: O bairro da Liberdade. No metrô mesmo, o sarro começa, quando a Mariana, irmã de barbinha e amiga de Henrique (novos amigos), contou que a amiga dela viu um homem morrer no melhor estilo "O albergue" atropelado por um trem, e começou a rir.. todo mundo em estado de choque, e ela rindo. A mãe do garoto desesperada, e ela rindo... Falamos da empres SEM RUMO EXPRESS, até que pegamos o trem, o metrô, e chegamos no bendito bairro...
No começo, entende-se saída do metrô, parecia que estávamos mesmo em algo muito parecido com o Japão: Japoneses por todos os lados, supermercados com inscrições japonesas na porta, assim como lanchonetes, bancas com DVDs Japoneses piratas (um resultado da miscigenação de culturas)... o chão impecável... assim que começamos á andar para a direita, a história começou a ser outra. O chão já não tinha mais a mesma limpeza, as pessoas não eram mais tão simpáticas, quase como se tivéssemos chegado no gueto niponico. Numa das vielas, entramos numa loja e eu comprei uma banana de pelúcia (para a minha coleção de bichos de pelúcia) e um pouco mais para frente, uma sacada de madeira podre pendia de uma construção, um mendigo dormia na rua, e a Lagoa do parque não era azul como a do filme: era verde como lodo. Resolvemos desesperadamente voltar à parte bonita do bairro, e continuamos nossa peregrinação até que cansamos de andar, e fomos comer... Muitas risadas com a comida, e os detalhes sórdidos dos papos no lanche não foram autorizados por barbinha a serem ditos em publico. Comemos, pagamos e depois de alguns instantes, no gueto novamente... até que descobrimos o Museu da Cultura Japonesa... não era hora de entrarmos ainda, Andamos mais um pouco e encontramos uma das Lojas Americanas e ficamos lá por um tempo... até a hora de ir ao museu.
Fui vencido pelo numero de pessoas e tive que ceder e subir os 8 andares de elevador. Odeio elevadores, mas não tenho medo de lugares fechados, é frescura mesmo. Chegando lá, o japa legal que estava na portaria... o que era 5 reais ficou para todo mundo de estudante. Andamos pela cultura japonesa em três andares, que, assumo, eu só lembro do que eu pude tocar, porque os textos entraram num olho e sairam pelo outro. Mas, o grande fato foi na saida, sem querer, assim que o elevador começou à descer, eu bati o guarda chuva na parede, fez um barulhão e a barbinha, desesperada, tentou se apoiar em alguma coisa, mas não encontrou nada... Hilário. Chegamos na saída, e voltamos ao centro e às compras... insaciáveis, andamos um monte até a IV convenção dos "mindingos" da sé. Sem esquecer, claro, quando a barbinha (olha ela de novo) estava atravessando a rua e eu gritei como uma buzina de carro, o que fez ela dar mais um pulo. Eles estavam queimando um cobertor que, mesmo que estava super quentinho, já que faziam 12º, estava um fedor absurdo. Voltamos mais uma vez...
Chegando no McDonald's para comer o segundo lanche do dia, eu fiz meu pedido que foi um McBacon Jr com torta de banana... Porém, esqueceram de colocar a batata, e quando eu estava voltando ao caixa para solicitá-la, o mocinho me parou e falou: Qual o problema? e eu: não veio a batata, ele conferiu o pedido, pegou a minha bandeja e me olhou com cara de cu (Eu pensei na hora: è agora que eles temperam o meu hamburguer com cuspe), ele devolveu a bandeja e depois de alguns minutos desceu com uma batata grande ( que ninguém me tira da cabeça que estava cuspida)... O problema era que, na primeira mordida no hamburguer, minha boca sujou toda de catchup (e nem de codimentos eu gostO) e ninguém me avisou... fiquei quase trinta minutos com a boca melada e só me toquei que tava suja quando eu passei a mão sem querer e ela sujou. E eu falando mal dos japoneses estranhos com cabelos multicoloridos, com a boca suja... ninguém merece.
Ao voltar, só ficou a vontade de ser apenas o início do dia.
por ÉDIPO DOS SANTOS * 23:32 *
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[19:55]
Desde amigos de outros estados, passando por bolsas integrais na faculdade, os filmes mais legais do ano... até... err... os filmes mais legais do ano, eu tive uma semana, particularmente agradável.
Sábado passado, conheci pessoalmente uma pessoa, que se tornou meu amigo de maneira bastante inusitada... o Willy. Então, eu transferi uma vez uma ligação para ele, ele copiou a minha assinatura, colocou no Orkut pelo meu nome, e me encontrou! O mais estranho, é que nem o meu nome estava no Orkut... mas daí, releva. Agente conversou durante msn durante um tempo, depois, como nossos telefones são de funcionários, os sms são gratis, daí agente começou a mandar torpedos, e depois a conversar pelo telefone (que também é grátis)... E ele é super legal. Aí, quando ele veio aqui para São Paulo, agente acabou marcando de se encontrar na Galeria Pajé, e se conheceu lá, com mais uns amigos dele... Isso passando pelo Shopping Light, na Av. Consolação, no Edifício copan, e para ele, a experiência em São Paulo ainda foi completa pelo trem que atropelou uma mulher, e ele teve que ficar meia hora dentro do vagão, parado, esperando o corpo ser retirado, de acordo com ele, cheio de pessoas feias... Mas, enfim, ele volta e até gostou daqui...
Depois, na terça feira, fiz matrícula na minha faculdade, Começo dia Seis... Um curso de tecnologia em telecomunicações e redes... Vamos ver no que dá.
Além disso, assisti o super simpático RATATOUILLE, que é um super desenho da disney... E, claro, Harry Potter e a Ordem da fênix, que consegue tirar toda a gordura do livro e fazer um filme melhor que a fonte... Uma pena a Luna ter sido tão insossa...
por ÉDIPO DOS SANTOS * 19:55 *
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